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Mostrando postagens de abril, 2017

Reflexão sobre o que foi apreendido - Atividade 8: Produção de um novo quadro de representações sociais

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Xilogravura de Ariano Suassuna Na última atividade de nossa oficina vamos retomar o quadro de representações sociais produzido na Atividade 1. Agora, individualmente, cada aluno deve realizar uma nova versão do quadro de representação com o tema: "Nos anos 1970, o nordestino de Luiz Gonzaga, visto..." 1) por Luiz Gonzaga 2) pelos migrantes nordestinos 3) pelos nordestinos 4) pelos patrocinadores 5) pela indústria fonográfica 6) pelos artistas e intelectuais 7) pela indústria cinematográfica  A partir dessa nova produção do quadro de representações vamos discutir em sala de aula: - As diferentes representações construídas do nordestino a partir das representações criadas por Luiz Gonzaga. - Como os estereótipos criados/veiculados por Luiz Gonzaga sobre o Nordeste e os nordestinos reinventaram esse lugar e esses sujeitos históricos? - Como eles traduziram a sua posição no jogo de forças da sociedade brasileira entre os anos de 1940...

Atividade 7: Análise de capas de discos

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1974 1981 1958 1967 Nessa atividade os grupos de trabalho devem observar as capas dos discos de Luiz Gonzaga recolhidas na Atividade 5. Os grupos devem identificar os traços de sua identidade, a partir dos seguintes elementos: - Vestuário - Expressão facial - Cenário - Títulos dos álbuns A partir da pesquisa e dos estudos realizados até aqui, os grupos devem apontar quais são as principais representações do Nordeste e do nordestino construídas na trajetória de Luiz Gonzaga, avaliando quais delas se transformaram em estereótipos na nossa sociedade. 

Aplicação de novos conhecimentos - Atividade 6: Leitura de entrevista

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Documento 4  "O Pasquim"  foi um importante jornal da imprensa alternativa que atuou durante a Ditadura Civil-Militar. Com muito humor e ironia, o jornal representou uma importante forma de resistência política e cultural contra o regime, através de uma linguagem jornalística debochada. Outra característica marcante era a proposta de apresentação de entrevistas longas, com a participação de muitos entrevistadores em ambientes informais com a tentativa de construir um diálogo coloquial e descontraído. A entrevista de Luiz Gonzaga concedida ao Pasquim em agosto de 1971 será o quarto documento de nossa oficina. Durante a leitura os grupos devem localizar os seguintes pontos: - Como Luiz Gonzaga explica seu afastamento da cena do Sudeste durante alguns anos. - Localizar o público preferencial do artista. - Qual o tipo de financiamento de sua carreira. - Qual o tipo de show que realizava. - Quais as referências a uma origem humilde. - O retorno social...

Desenvolvimento da narrativa de ensino - Atividade 5: Pesquisa Coletiva

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Pesquisa Coletiva Na atividade 5, os grupos devem realizar na internet uma pesquisa sobre a trajetória de Luiz Gonzaga como cantor e compositor e a reinvenção do baião na indústria fonográfica, a partir de alguns tópicos: - Período de atuação do artista (com destaque para o período de maior sucesso) -Principais gêneros musicais trabalhados pelo artista - Principais obras e temas abordado pelo artista - Principais parceiros musicais - Principal público consumidor - As forma de financiamento de sua carreira - As principais formas de inserção nos meios de comunicação e na indústria cultural - Projeção nacional e internacional - As capas dos álbuns do artista Realizada a pesquisa prévia sobre os tópicos sugeridos, os grupos devem sistematizar os dados levantados através de um texto que conte a trajetória de Luiz Gonzaga. O texto deve ser publicado no blog, deve conter um título e sua linguagem deve estar adequada ao público de sua faixa etária interessado e...

Desenvolvimento da narrativa de ensino - Atividade 4: Audiência orientada da canção "Asa Branca"

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                                                                        Documento 3  Asa Branca  Luiz Gonzaga & Humberto Teixeira (Gravação origina, RCA, 1947)  Quando "oiei" a terra ardendo Qual fogueira de São João Eu “preguntei” a Deus do céu, ai Por que tamanha judiação Eu “preguntei” a Deus do céu, ai Por que tamanha judiação    Que braseiro, que "fornaia" Nem um pé de "prantação"  Por "farta" d'água perdi meu gado Morreu de sede meu alazão Por "farta" d'água perdi meu gado Morreu de sede meu alazão   "Inté" mesmo a asa branca   Bateu asas do sertão "Entonce" eu disse adeus Rosinha Guarda contigo meu coração "Entonce" eu disse adeus Rosinha    Guarda contigo meu coração Hoje longe, muitas "lé...

Desenvolvimento da narrativa de ensino - Atividade 3: Aula expositiva

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               Migrações de nordestinos para outras regiões do Brasil nas décadas de (1940-1970). Nesta aula expositiva o professor elencou os seguintes eixos temáticos para composição narrativa da turma que será produzida nas próximas atividades: - Constância dos movimentos migratórios nordestinos desde o século XIX - Problematizar: A estagnação econômica e as constantes secas são as responsáveis diretas pela migração, ou são, elas próprias, produtos de um modelo de planejamento político-econômico centralizada na região Centro-Sul do país?   - Relacionar Migrações Nordestinas entre as décadas de 1940 e 1970 com o acelerado processo de industrialização e urbanização do Brasil.

Problematização - Atividade 2: Leitura de texto historiográfico

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"A Invenção do Nordeste e outras artes." Documento 2 "O Nordeste e o nordestino miserável, seja na mídia ou fora dela, não são produto de um desvio de olhar ou fala, de um desvio no funcionamento do sistema de poder, mas inerentes a este sistema de forças e dele constitutivo. O próprio Nordeste e os nordestinos são invenções destas determinadas relações de poder e do saber a elas correspondente. Não se combate a discriminação simplesmente tentando inverter de direção o discurso discriminatório. Não é procurando mostrar quem mente e quem diz a verdade, pois se passa a formular um discurso que parte da premissa de que o discriminado tem uma verdade a ser revelada. Assumir a "nordestinidad", como quer Rachel de Queiroz, e pedir aos sulistas que revejam seu discurso sobre o nordestino verdadeiro, vai apenas ler o discurso da discriminação com o sinal trocado, mas a ele permanecer preso. Tentar superar esse discurso, estes estereótipos imagéticos e discur...

Problematização - Atividade 1: Produção de um quadro de representações sociais.

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Documento 1  Durante a nossa primeira atividade vamos produzir um quadro de representações sociais. Trouxe como modelo, um quadro que representa a profissão de professor. Essa estrutura visual se tornou muito popular nos últimos anos e foi amplamente difundida nas redes sociais.  Cada aluno, individualmente, deve produzir um quadro semelhante com o  seguinte tema: "O nordestino visto..." buscando imagens que traduzam como eles são vistos:  1) pelos "sulistas"; 2) pelos "nortistas"; 3) por ele mesmo; 4) pelas novelas; 5) pelos humoristas; 6) pelo mercado de trabalho. As imagens podem ser facilmente encontradas em pesquisa no Google  e devem atender a técnica da colagem para a produção do quadro.  Uma vez produzidas as imagens, os alunos devem postar sua produção aqui no blog com o seguinte roteiro de analise: - Observar e descrever os elementos que identificam valores às figuras representadas: tipo físico; expressão facial; vestuário; presenç...

Oficina 1: As representações do Nordeste através das canções de Luiz Gonzaga.

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O objetivo desta oficina é utilizar a canção popular brasileira como objeto de estudos e fonte de pesquisa histórica. Através da análise das representações do Nordeste na obra de Luiz Gonzaga, busca-se a seguinte reflexão entre os estudantes: a conexão entre a produção e a veiculação de representações sociais sobre determinados sujeitos históricos e a construção de uma rede de relações de poder na sociedade. Portanto, a proposta de trabalho é analisar a trajetória artística de Luiz Gonzaga e a sua inserção no circuito de comunicações (rádio/ tevê/ jornais/ revistas)  da canção popular brasileira de maneira a identificar as representações do Nordeste produzidas e veiculadas por sua obra, e as formas como foram apropriadas por diferentes grupos da sociedade.  Proposição do problema histórico: por que as representações do Nordeste e dos nordestinos, produzidas na trajetória artística de Luiz Gonzaga, fizeram sucesso junto a diferentes grupos sociais, especialmente entr...